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12 Suíça   Ao entrar na Suíça, o Túnel de S. Gotardo deixou-nos sem fôlego. Os Alpes encantaram-nos, coroados que estavam de neve. Os lagos, que maravilha! As casas tão bonitas! As aldeias, as cidades, tudo tão ordenado, tão florido, tão limpinho! O enorme repuxo, no lago de Genebra, então uma novidade. As esplanadas todas cercadas de flores, deixaram-nos deliciados. Os relógios, comprei quatro; um para cada uma das minhas filhas com o mostrador ilustrado, com um bonequinho que saltava a cada segundo. O meu, um anel com uma tampinha muito bem ornada de pedrinhas, era um espanto! Os chocolates, hum!... Comprei um saco cheio. Comi pela primeira vez chantilly, que delícia! Genève, Lausanne, Berna, os Alpes, a arquitectura das casas e o arranjo à sua volta, todas muito pintadinhas e floridas, tanto nas aldeias como nas cidades; era tudo aquilo que vira nos calendários, nos postais ilustrados e muito, muito mais.   (do livro "DE MALA AVIADA")   AIDA VIE...
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Suíça   Museu de Belas Artes de Zurique   Santo António a pregar aos peixes      
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    Última viagem à Suíça   Partilhando Fotos    
(do Livro "DE MALA AVIADA")   3 Moçambique Ainda antes de terminar o primeiro ano da minha estada em Angola, parti de Luanda, com meu marido e minha filha de dois meses, num avião da Força Aérea Portuguesa, rumo a Lourenço Marques para aí festejarmos, junto com minha Irmã e Cunhado, no distinto Hotel Polana, o comum primeiro aniversário de nossos casamentos. Ficámos encantados com a capital, de Moçambique, hoje Maputo. Além da cidade visitámos a Matola e a Namaacha, a Sintra lá do sítio, belíssima. De Lourenço Marques para Inhambane, atravessámos o rio Limpopo numa jangada onde seguiam pessoas, animais e veículos, puxada ao longo de um entrançado de cordas, presas de um a outro lado das margens do rio, por um número considerável de homens negros, que entoavam um canto cadenciado que lhes dava força e marcava o ritmo. Pude ver (in loco) a célebre linha de caminho de ferro, de Inhambane a Inhanrime, cujo nome havia decorado na quarta classe, e estivemos no Xa...
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Aveiro   Este gosto, a sal, a vida   Esta luz, indizível Esta simbiose entre o céu e a terra.   Esta água onde o céu se espelha. Aqui onde o mar abraça a ria Numa alvorada sempre renovada É Aveiro.   AIDA VIEGAS
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    JORNAL DA BAIRRADA 26 de Junho de 2014-07-04 LIVROS “DE MALA AVIADA”, de Aida Viegas A escritora bairradina (de Malhapão), Aida Viegas Apresentou mais um livro. Desta feita, “De mala aviada – Com a aventura na alma e a poesia no coração”, fruto das suas intermináveis viagens. O evento teve lugar no sábado, dia 14 do corrente, no salão nobre da Junta das Freguesias Glória/Vera Cruz, Aveiro. O espaço encheu-se e foi uma festa o que aconteceu, com momentos de coreografia (a autora apareceu arrastando a sua mala de viagem, ainda cheia de sonhos, que também pintam de arco-íris as páginas do livro), declamação de poesia, canto e música. Presidiu à cerimónia Capão Filipe, vereador da cultura da Câmara de Aveiro, ladeado por Fernando Marques, presidente da União de Freguesias Glória-Vera Cruz, e Carreto Lages da Academia de Saberes de Aveiro. O lugar dos afectos. Apresentou o livro Sónia Feliciano Martins, salientando desde logo que a autora em todos os ...
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   Na apresentação do livro   DE MALA AVIADA Com a aventura na alma e a poesia no coração   houve   Poesia       Música                                                               e                           Magia