Dia 21 De Março de 2016 - Dia Mundial Da Poesia A realidade só se revela a si mesma quando iluminada por um raio de poesia Poesia é língua onde Deus habita. Deus está do lado dos murmúrios.
Mensagens
- Obter link
- X
- Outras aplicações
A vida é uma oportunidade, agarra-a. A vida é beleza, admira-a. A vida é bem-aventurança, saboreia-a. A vida é um sonho, faz dele uma realidade. A vida é um desafio, enfrenta-o. A vida é um dever, cumpre-o. A vida é um jogo, joga-o. A vida é preciosa, cuida dela. A vida é uma riqueza, conserva-a. A vida é amor, desfruta-o. A vida é um mistério, penetra-o. A vida é promessa, cumpre-a. A vida é tristeza, vence-a. A vida é um hino, canta-o. A vida é combate, aceita-o. A vida é uma tragédia, abre-lhe os braços. A vida é uma aventura, ousa-a. A vida é felicidade, merece-a. A vida é a vida, defende-a. Madre Teresa de Calcutá
- Obter link
- X
- Outras aplicações
A Para todas as Mulheres com votos de Felicidades O Valor do Silêncio Silêncio? O que é o silêncio? A ausência de ruídos? Óptimo! A ausência de sons? Impossível. O afastarmo-nos do bulício, para darmos repouso ao corpo e ao espírito? Magnífico! O abstermo-nos da confusão que grassa à nossa volta para nos encontrarmos connosco próprios, ou connosco e Deus? Maravilhoso! Todo o ser necessita de ter, em seu redor, paz e tranquilidade. Poderá estar envolvido pelos sons: da natureza, do mar, da montanha, do campo, da floresta, de uma música suave, da casa, talvez até da rua, não sendo esta demasiado movimentada, de uma voz amiga, do riso de uma criança… Silêncio? Saber ouvir? Que bom! Silêncio? Calar em dados momentos? Sábio. Silenciar injustiças: abusos, crimes, por vergonha, por cobardia, por falta de coragem? Errado. Silêncio amordaçado? Horror. As palavras são um mundo e por vezes traiçoeiras. Aida Viegas
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Notas Biográficas Aida Viegas, natural de Oliveira do Bairro, estudou em Coimbra, viveu treze anos em Luanda e reside actualmente em Aveiro. Passou grande parte da sua vida ligada ao ensino. Nascida ao som de um bandolim, repartida entre a pintura, a escrita e as viagens, ama a poesia. Delicia-se a calcorrear os caminhos do mundo, da vida. Inebria-se com a cor. Acredita num mundo onde a liberdade, vivida desassombradamente, não atropele minorias e seja garante de seres sem dependências. Onde o ter não avassale o ser, o homem preserve a vida, livre de preconceitos e a terra seja o prelúdio do paraíso. Onde a mulher, qualquer mulher, todas as mulheres, possam viver com a dignidade que ao nascer é conferida a qualquer ser humano, independentemente do lugar onde nasceu, das funções que desempenha, dos estatutos que regem a sociedade onde está inserida, do nome do Deus em que acredita. Apaixonada pelo conhecimento de novas terras, novas gentes e outras culturas já viajou p...
- Obter link
- X
- Outras aplicações
TOQUE A FINADOS (texto inédito) Ouvi tocar a finados mas era um toque diferente de todos os que já ouvira. Não sei que tinha de estranho; acordou-me, era manhã e deixou-me triste e ansiosa. Ouvira rumores de uma sentença de morte nas imediações mas nem quisera acreditar. Pessoas letradas, já com bastantes anos de experiência não embarcariam no aplauso de um acto tão impensado e prejudicial. Levantei-me de supetão porque a inquietação se sobrepunha ao calor aconchegante da cama. Quando saí à rua, algum tempo depois, deparei-me com o inacreditável. Uma vetusta e muito bela árvore, mais uma, havia tombado à força da motosserra, levando consigo, uma amiga, sua vizinha que com o embate sucumbiu também. Lá iam as duas em dois camiões, para a queima ou lixeira, deixando mais pobre a nossa rua, o nosso ja...
- Obter link
- X
- Outras aplicações
JÁ TUDO É HISTÓRIA A primitiva capela de Santo António Tal como de alguns lugares do deserto se fizeram oásis, também aqui, das dunas quase sem vegetação, se fizeram campos férteis... O moliço foi escasseando de tal forma que deixou gradualmente de ser usado. Dizem que a poluição terminou com ele. ... lembram-se alguns petizes de então, hoje homens de cabelos e barba branqueados pelo passar dos anos, de como mudava, com a época do ano e com o tempo que fazia, a estrutura das longas dunas, onde eles felizes se rebolavam... A única fonte de calor em casa era a lareira. À sua volta, a família se reunia nos serões de Inverno, conversando, rezando, contando histórias... remendando a roupa, fazendo as rasgadelas, cortando batatas, debulhando o milho... “ escapadelas” ! Eram as vulgares desfolhadas, trabalho rodeado de muita alegria e até de uma certa magia trazida pelos embuçados, rapazes tapados com mantas ou lençóis...terminavam com um copito de aguardent...